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quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Espírito olímpico

Estou no Rio de Janeiro, inserida nas olimpíadas, e ouvindo muito sobre um tal de espírito olímpico pra lá, espírito olímpico pra cá. Mas o que seria este espírito? Uns diriam, paz, amor, união entre os povos....pode ser pra quem fala. Mas na Grécia, onde surgiu tudo isso não era bem assim. 

Bom, esse negócio surgiu em 776 a.C e era um festival RELIGIOSO, realizado no santuário em Olimpia em honra a Zeus, é este mesmo, o da mitologia.





local que era usado para o treinamento de atletas em Olimpia




Os jogos olímpicos eram os mais importantes da época, mas foram proibidos em 393 d.C pelo imperador cristão Teodósio, por serem uma manifestação de ritual de paganismo. Mas depois de mais de 1.500 anos voltou com tudo em Atenas.

"Deus Apolo é invocado no ensaio final de cerimônia da tocha olímpica na Grécia ." 



"alta sacerdotisa ergueu os braços em direção aos céus e invocou o deus do sol Apolo no berço da antiga Olimpíada nesta quarta-feira, durante o último ensaio da cerimônia de acendimento da tocha olímpica que irá arder nos Jogos Rio 2016."




Resultado de imagem para o que é o fogo olímpico?

"A Chama Olímpica é um dos símbolos dos Jogos Olímpicos, e evoca a lenda de Prometeu que teria roubado o fogo de Zeus para o entregar aos mortais. Durante a celebração dos Jogos Olímpicos antigos, em Olímpia, mantinha-se aceso um fogo que ardia enquanto durassem as competições."







Hummmm, então era isso que acontecia!!!!!!!Um ritual de paganismo, e invocação aos deuses (espíritos)

Mas o que é um ritual pagão? De acordo com o site  conceito.de, é:

"O termo pagão provém do latim pagānus, que significa “aldeão”. Trata-se de um adjectivo utilizado para fazer referência aos politeístas (crença em vários deuses) e aos idólatras, e a qualquer infiel que não tenha sido baptizado."


Tá, e aí? Aí que mora o perigo! Para alguns nem tanto, mas como sempre escrevo nos meus textos, pelo que acredito e confio, tem um perigo muito grande!

Entre todos os paralelos espirituais e científicos existentes nessa imensa massa que habitamos, há diversas explicações e crenças. Pessoas que acreditam em tudo, nada, mais ou menos, em alguma coisa, em alguém, ou alguéns. Então continuarei escrevendo para uma parte delas. Os cristãos. Pois eu sou!

Existiu um homem, chamado Saulo em aproximadamente 10d.C. Enquanto ele era Saulo, ele perseguia e matava os cristãos. Quando passava por um caminho, ouviu a seguinte voz dizendo: Saulo, Saulo, porque me persegues? E ele disse, quem és senhor? E a voz respondeu. Eu sou Jesus, a quem tu persegues.

Depois deste susto e conversão ao cristianismo. Paulo, sim, ele mudou o nome. Fez algumas viagens para levar este mesmo cristianismo a outros povos. O que era este cristianismo? Era o seguinte: Jesus morreu,  e ao terceiro dia quando muitos ainda riam e zombavam, Ele ressuscitou! Morreu pelos nossos erros, e ressuscitou para que tenhamos uma vida buscando a Ele, Ele mesmo disse que não seria fácil, mas com Ele, se tornaria agradável através da fé! Inexplicável cientificamente.

E Paulo, quando chegou a Grécia, achou todo um ambiente dedicado a deuses, estes mesmos, os olímpicos lá de 776 a.C. E com todo este período, creio que já deveria haver várias ramificações de cultos, ritos, práticas e novos deuses, como temos hoje. Tudo para todos, era só escolher!
Ele encontrou também um ambiente de filósofos, pensadores, enfim, grupos com diversas ideologias que pregavam adoração a natureza, aos anjos, e no areópago em Atenas, havia imagens a todas divindades, inclusive uma vazia que estava escrito. Ao "Deus desconhecido".
E quando Paulo começava a falar, alguns diziam: Quem é este falador? Outros diziam: Deve ser algum pregador de divindade estrangeira, isto porque ele pregava sobre Jesus.

Quem quiser saber mais, leia o livro de Atos dos apóstolos  e 1 Coríntios na bíblia.

Tudo bem, e o que tem a ver uma coisa com a outra?
Bom, vamos lá.

Agora é uma questão de fé.

Jesus quando estava lá pelas terras do oriente disse:

João 14. 6Assegurou-lhes Jesus: “Eu Sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim. 

Há também outros relatos na bíblia:
João 1:17
Porquanto a Lei foi dada por intermédio de Moisés; mas a graça e a verdade vieram através de Jesus Cristo. 

1 João 5:20
Da mesma forma, temos pleno conhecimento de que o Filho de Deus é vindo e nos tem concedido entendimento para reconhecermos o Verdadeiro. E nós estamos vivendo naquele que é o Verdadeiro, em seu Filho Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna. 

Para os cristãos, Jesus é a verdade. O único caminho a seguir, o melhor amigo, o conselheiro, e a quem devemos prestar culto. Toda e qualquer coisa diferente disso, posso considerar como paganismo! 
Como Paulo mesmo dizia, a sabedoria que falo não é esta do mundo dos filósofos, é uma sabedoria de Deus, oculta em mistérios, a qual nenhum dos príncipes deste mundo conheceu...ela só é revelada através do Espírito Santo!

E nessa coisa de espíritos, houve esta inclusão deste "espírito olímpico". Que nas entrelinhas não é nada de paz, amor, harmonia entre povos, pois se assim fosse, já teria tido bons resultados, e só vemos esta "paz", nas vilas olímpicas e nos estádios, as vezes. Tanto que em Munique em 1972, este "espírito", não teve poder para não permitir o assassinato de alguns judeus que lá estavam. E ainda, se este "espirito" tivesse poder nesta mentalização toda, a coisa melhoraria, e não pioraria. Não é verdade? E tantos com o mesmo pensamento, era pra tudo realmente ser uma grande maravilha!

Mesmo que alguns digam que o espirito olímpico não seja uma expressão transcendental, ele vem das práticas transcendentais e vem dos ritos transcendentais. 

Sabemos que existe o bem e o mal, lembra do quente ou frio? Se és morno, vomitar te ei...? pois é bem isso, estamos sempre querendo relativizar as coisas. Afinal ser morno é bem mais agradável.


Quero, portanto, deixar tudo isto acima para uma reflexão. 

Estamos moldando toda e qualquer prática pagã aos nossos esquemas cristãos?

Tenho muito a refletir e a mudar, mas só com Jesus, não há outro. Não há mesmo além Dele. 
A maioria das datas, acontecimentos festivos, cerimonias, vem do passado com praticas ritualísticas, sempre que você for comemorar, veja como ela surgiu.

E para você, não cristão que acompanhou até aqui, Jesus é o Caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém chega a Deus, a não ser por Ele!



Fontes:
http://www.virandobixo.com.br/noticias/NOT,0,0,1171887,Conheca+a+historia+das+Olimpiadas+que+surgiram+como+ritual+religioso+e+foram+interrompidas+por+1-500+anos.aspx

http://bibliotecabiblica.blogspot.com.br/2009/11/cronologia-da-vida-do-apostolo-paulo.html

http://www.opovo.com.br/app/opovo/espiritualidade/2013/08/24/noticiasjornalespiritualidade,3116614/paulo-em-atenas-encontro-entre-fe-crista-e-filosofia.shtml

http://www.maisequilibrio.com.br/bem-estar/espirito-olimpico-nos-quatro-cantos-do-mundo-7-1-6-50.html

https://www.bibliaonline.com.br

http://conceito.de/pagao












quarta-feira, 25 de setembro de 2013

NATAL - O MEU NUNCA MAIS FOI O MESMO!


Mas nada há encoberto que não haja de ser descoberto; nem oculto, que não haja de ser sabido.Lucas 12:2


Porque nada há encoberto que não haja de ser manifesto; e nada se faz para ficar oculto, mas para ser descoberto. Marcos 4:22
Portanto, não os temais; porque nada há encoberto que não haja de revelar-se, nem oculto que não haja de saber-se. Mateus 10:26


JESUS NÃO NASCEU EM 25 DE DEZEMBRO


Quando Ele nasceu "... havia naquela mesma comarca pastores que estavam no campo, e guardavam, durante as vigílias da noite, o seu rebanho."  (Lucas 2:8). Isto jamais pôde acontecer na Judéia durante o mês de dezembro: os pastores tiravam seus rebanhos dos campos em meados de outubro e [ainda mais à noite] os abrigavam para protegê-los do inverno que se aproximava, tempo frio e de muitas chuvas (Adam Clark Commentary, vol. 5, página 370). A Bíblia mesmo prova, em Cant 2:1 e Esd 10:9,13, que o inverno era época de chuvas, o que tornava impossível a permanência dos pastores com seus rebanhos durante as frígidas noite, no campo. É também pouco provável que um recenseamento fosse convocado para a época de chuvas e frio (Lucas 2:1).

 COMO ESTA FESTA SE INTRODUZIU NAS IGREJAS

 The New Schaff-Herzog Encyclopedia of Religious Knowledge (A Nova Enciclopédia de Conhecimento Religioso, de Schaff-Herzog) explica claramente em seu artigo sobre o Natal:
"Não se pode determinar com precisão até que ponto a data desta festividade teve origem na pagã Brumália (25 de dezembro), que seguia a Saturnália (17 a 24 de dezembro) e comemorava o nascimento do deus sol, no dia mais curto do ano.

As festividades pagãs de Saturnália e Brumália estavam demasiadamente arraigadas nos costumes populares para serem suprimidos pela influência cristã. Essas festas agradavam tanto que os cristãos viram com simpatia uma desculpa para continuar celebrando-as sem maiores mudanças no espírito e na forma de sua observância. Pregadores cristãos do ocidente e do oriente próximo protestaram contra a frivolidade indecorosa com que se celebrava o nascimento de Cristo, enquanto os cristãos da Mesopotâmia acusavam a seus irmãos ocidentais de idolatria e de culto ao sol por aceitar como cristã essa festividade pagã.
Recordemos que o mundo romano havia sido pagão. Antes do século 4o os cristãos eram poucos, embora estivessem aumentando em número, e eram perseguidos pelo governo e pelos pagãos. Porém, com a vinda do imperador Constantino (no século 4o) que se declarou cristão, elevando o cristianismo a um nível de igualdade com o paganismo, o mundo romano começou a aceitar este cristianismo popularizado e os novos adeptos somaram a centenas de milhares.
Tenhamos em conta que esta gente havia sido educada nos costumes pagãos, sendo o principal aquela festa idólatra de 25 de dezembro. Era uma festa de alegria [carnal] muito especial. Agradava ao povo! Não queriam suprimi-la."

O artigo já citado da "The New Schaff-Herzog Encyclopedia of Religious Knowledge" revela como Constantino e a influência do maniqueísmo (que identificava o Filho de Deus com o sol) levaram aqueles pagãos do século 4o (que tinham [pseudamente] se "convertido em massa" ao [pseudo] "cristianismo") a adaptarem a sua festa do dia 25 de dezembro (dia do nascimento do deus sol), dando-lhe o título de dia do natal do Filho de Deus.
Assim foi como o Natal se introduziu em nosso mundo ocidental! Ainda que tenha outro nome, continua sendo, em espírito, a festa pagã de culto ao sol. Apenas mudou o nome. Podemos chamar de leão a uma lebre, mas por isto ela não deixará de ser lebre.

A Enciclopédia Britânica diz:
"A partir do ano 354 alguns latinos puderam mudar de 6 de janeiro para 25 de dezembro a festa que até então era chamada de Mitraica, o aniversário do invencível sol... os sírios e os armênios idólatras e adoradores do sol, apegando-se à data de 6 de janeiro, acusavam os romanos, sustentando que a festa de 25 de dezembro havia sido inventada pelos discípulos de Cerinto."




Se recebemos o Natal pela Igreja Católica Romana, e esta por sua vez recebeu do paganismo, de onde receberam os pagãos?
Seu início e origem surgiu na antiga Babilônia de Ninrode, e suas raízes datam de épocas imediatamente posterior ao dilúvio.
Ninrode, neto de Cão, filho de Noé, foi o verdadeiro fundador do sistema babilônico que até hoje domina o mundo – Um Sistema de Competição Organizado - de impérios e governos pelo homem, baseado no sistema econômico de competição e de lucro.
Ninrode construiu a Torre de Babel, a Babilônia primitiva, a antiga Nínive e muitas outras cidades.
O nome Ninrode, em Hebraico, deriva de "Marad" que significa "ele se rebelou, rebelde".
O homem que começou a grande apostasia profana e bem organizada, que tem dominado o mundo até hoje.
Ninrode era tão perverso que se diz que casou-se com sua mãe, cujo nome era Semíramis.”



E Cuxe gerou a Ninrode; este começou a ser poderoso na terra. 9Gênesis 10:8
E Cuxe gerou a Ninrode, que começou a ser poderoso na terra.1 Crônicas 1:10
E este foi poderoso caçador diante da face do Senhor; por isso se diz: Como Ninrode, poderoso caçador diante do Senhor. Gênesis 10:9
Esses consumirão a terra da Assíria à espada, e a terra de Ninrode nas suas entradas. Assim nos livrará da Assíria, quando vier à nossa terra, e quando calcar os nossos termos. Miquéias 5:6

As Árvores de Natal

A Árvore de Natal, o mais resistente símbolo natalino, ressuscita um deus pagão chamado Ninrode e faz reviver Tamuz, o espírito natalino. No ocultismo ou nas religiões orientais, os espíritos dos antepassados são invocados por meio de uma árvore, e como sabemos que os mortos não voltam o que se manifestam são anjos decaídos

A Enciclopédia Barsa, vol.11, pg. 274, diz:

"A árvore de Natal é de origem germânica, datando do tempo de São Bonifácio. Foi adotada para substituir os sacrifícios ao carvalho sagrado de Odin, adorando-se uma árvore, em homenagem ao deus-menino”.

A árvore de Natal é um símbolo de consagração, é uma fábula de chamamento de adoração a deuses babilônicos. Os babilônicos consagravam uma árvore aos pés dos deuses e a levavam para casa como aprovação desses mesmos deuses; era o símbolo do deus dentro de casa, porque não se podia fazer a réplica da imagem.

Esta árvore estava relacionada a um pinheiro. O pinheiro faz parte de um ritual de adoração a Ninrode, Tamuz e a Semírames.

Leia com muita atenção o texto de Jeremias 10:3-4:

3  Porque os costumes dos povos são vaidade; pois corta-se do bosque um madeiro, obra das mãos do artífice, feita com machado; 4  Com prata e com ouro o enfeitam, com pregos e com martelos o firmam, para que não se mova.

O restante do capítulo mostra a dura exortação que Deus dá ao Seu povo. Por quê? Porque trouxe para dentro de casa um costumes de povos pagãos.

As Bolinhas de enfeite

Esse aparente e inocente adorno teve origem durante os cultos a Baal, já vimos que a árvore era elemento fundamental ao culto pagão, e como oferta, ofereciam-se sacrifícios humanos de crianças meninas, essas após serem mortas tinham suas pequenas cabeças (bolinhas) decepadas e penduradas na árvore.

Os lacinhos que acompanham as bolinhas personificam ainda mais uma cabeça de menininha.

Devido a decapitação elas se ensangüentavam e tornavam-se completamente avermelhadas; quanto maior fossem o número de cabeças penduradas, maior e mais importante era o sacrifício.

A Guirlanda

A coroa verde adornada com fitas e bolas coloridas, que enfeita as portas de tantos lares, é de origem pagã. Dela disse Frederick J. Haskins em seu livro Answer to Questions:

"A guirlanda remonta aos costumes pagãos de adornar edifícios e lugares de adoração para a festividade que se celebrava ao mesmo tempo do atual Natal.

Na verdade, as guirlandas são memorial de consagração. Em grego é stephano, em latim corona. Podem ser entendidas como enfeites, oferendas, ofertas para funerais, celebração memorial aos deuses, à vitalidade do mundo vegetal, celebração nos esportes, celebração das vítimas que eram sacrificadas aos deuses pagãos, etc.. Para tudo isso serviam as guirlandas. Essas coroas verdes que são colocadas nas portas das casa, porque simbolizam as boas vindas, lugar de entrada.

Não há uma só conotação em relação ao nascimento de Jesus.

O Papai Noel

Faz parte da lenda baseada em Nicolau, bispo católico do século V. 

A Enciclopédia Britânica, 11ª edição, vol. 19, páginas 648-649, diz:

"São Nicolau, o bispo de Mira, santo venerado pelos gregos e latinos em 6 de dezembro... conta-se uma lenda segundo a qual presenteava ocultamente a três filhas de um homem pobre... deu origem ao costume de dar em secreto na véspera do dia de São Nicolau (6 de dezembro), data que depois foi transferida para o dia de Natal. Daí a associação do Natal com São Nicolau... "A figura do Pai Natal tem origem na história de São Nicolau, um santo especialmente querido pelos cristãos ortodoxos e, em particular, pelos russos”.

São Nicolau, quando jovem, viajava muito, ficou a conhecer a Palestina e Egito.

Por onde passava ficava na memória das pessoas devido à sua bondade e ao costume que ele tinha de dar presentes às crianças necessitadas.

Conta-se que o primeiro presente que o Papai Noel deu foram moedas de ouro entregues a três meninas pobres. Quando voltou a sua cidade natal, Patara, na província de Lícia, Ásia Menor, São Nicolau foi declarado bispo da cidade de Mira.

Com o tempo, o santo foi ganhando fama de fazedor de milagres, sendo esse um dos temas favoritos dos artistas medievais. Nessa época, a devoção por S. Nicolau estendeu-se para todas as regiões da Europa, tornando-o o padroeiro da Rússia e da Grécia, das associações de caridade, das crianças, marinheiros, garotas solteiras, comerciantes, penhoristas, e também de algumas cidades como Friburgo e Moscou.

Milhares de igrejas européias foram-lhe dedicadas, uma delas ainda no séc. VI, construída pelo imperador romano Justiniano I, em Constantinopla (Istambul).

A Reforma Protestante fez com que o culto a São Nicolau desaparecesse da Europa, com exceção da Holanda, onde sua figura persistiu como Sinterklaas, adaptação do nome São Nicolau. Colonizadores holandeses levaram a tradição consigo até New Amsterdan (a atual cidade de Nova Iorque) nas colônias norte-americanas do séc. XVII. Sinterklaas foi adotado pelo povo americano falante do Inglês, que passou a chamá-lo de Santa Claus - em português, Pai Natal.

As Velas

As velas, símbolo tradicional do Natal, são uma velha tradição pagã, pois se acendiam ao ocaso para reanimar ao deus sol, quando este se extinguia para dar lugar à noite.

Acendê-las constituem um ritual pagão dedicado aos deuses ancestrais; a vela acesa está fazendo renascer o ritual dos solstícios, mantendo vivo o deus sol. Dentro das escolas que estudam o paganismo as velas são chamadas de demônios; é uma simbologia de “manter os demônios vivos”.

As velas não têm relação alguma com as luzes do candelabro judaico - Menorah.

As velas consagradas a demônios são de base perigosa. Estamos nos referindo às velas dos rituais profanos.

Não devemos generalizar ou cair no fanatismo. Você não precisa deixar de usar velas, quando necessário (acabou a luz!), para alumiar ambientes, ou como decoração naquele jantar romântico, mas, no Natal, elas absorvem esta simbologia satânica, ainda mais vermelha!

Nas encruzilhadas elas encontram-se em abundância e nos centros espíritas também, e principalmente no Natal elas assumem esta simbologia sutil, e fica estranho alguém que afirma conhecer tão bem o evangelho, ficar acendendo velas em casa...


Fonte:

http://www.bibliaonline.com.br
http://solascriptura-tt.org/Diversos/NatalVeioDoPaganismo-Helio.htm


segunda-feira, 8 de julho de 2013

Festa Junina, caipira gospel, Jesuína... e pra quem gosta.


Agora só falta a festa das bruxas gospel pra fechar com chave de ouro.

Segue o que achei mais importante, acho interessante confrontarmos algumas festas populares com o que a bíblia nos apresenta, tenho aprendido muito, e continuarei aprendendo.



Festas juninas ou festas dos santos populares são celebrações católicas que acontecem em vários países e que são historicamente relacionadas com a festa pagã do solstício de verão (no hemisfério norte) e de inverno (no hemisfério sul), que era celebrada no dia 24 de junho, segundo o calendário juliano (pré-gregoriano). Tal festa foi cristianizada na Idade Média, se tornando a Festa de São João. Outros dois santos católicos populares celebrados nesta mesma época são São Pedro e São Paulo (no dia 29) e Santo António (no dia 13). Em Portugal, as festas dos 3 santos populares marcam o início das festas de Verão por todo o país.
Essas celebrações são particularmente importantes no Norte da EuropaDinamarca, Estónia, Finlândia, Letônia, Lituânia, Noruega e Suécia —, mas também ocorrem em grande escala na Irlanda, na Galiza, em partes do Reino Unido (especialmente na Cornualha), França, Itália, Malta, Portugal, Espanha, Ucrânia, outras partes da Europa, e em outros países como Canadá, Estados Unidos, Porto Rico, Brasil e Austrália.
 

Origem da fogueira

 
De origem europeia, as fogueiras juninas fazem parte da antiga tradição pagã de celebrar o solstício de verão. Assim como a cristianização da árvore pagã "sempre verde", que se tornou a famosa árvore de natal, a fogueira do dia de Midsummer (25 de junho) tornou-se, pouco a pouco, na Idade Média, um atributo da festa de São João Batista, o santo celebrado nesse mesmo dia. Ainda hoje, a fogueira de São João é o traço comum que une todas as Festas de São João Europeias (da Estônia a Portugal, da Finlândia à França).
Uma lenda católica cristianizando a fogueira pagã estival afirma que o antigo costume de acender fogueiras no começo do verão europeu tinha suas raízes em um acordo feito pelas primas Maria e Isabel. Para avisar Maria sobre o nascimento de São João Batista e, assim ter seu auxílio após o parto, Isabel teria de acender uma fogueira sobre um monte.

O uso de balões

O uso de balões e fogos de artifício durante o São João no Brasil está relacionado com o tradicional uso da fogueira junina e seus efeitos visuais. Este costume foi trazido pelos portugueses para o Brasil e se mantém em ambos os lados do Oceano Atlântico, sendo que é na cidade do Porto, em Portugal, onde mais se evidencia. Fogos de artifício manuseados por pessoas privadas e espetáculos pirotécnicos organizados por associações ou municipalidades tornaram-se uma parte essencial da festa na Região Nordeste do Brasil, em outras partes do Brasil e em Portugal. Os fogos de artifício, segundo a tradição popular, servem para despertar São João Batista. Em Portugal, pequenos papéis são atados no balão com desejos e pedidos.
Os balões serviam para avisar que a festa iria começar; eram soltos de cinco a sete balões para se identificar o início da festança. Os balões, no entanto, constituem atualmente uma prática proibida por lei em muitos locais, como no Brasil, por exemplo, devido ao risco de incêndio.
Durante todo o mês de junho, é comum, principalmente entre as crianças, soltar bombas, conhecidas por nomes como "traque", "chilene", "cordão", "cabeção-de-negro", "cartucho", "treme-terra", "rojão", "buscapé", "cobrinha", "espadas-de-fogo", "chuvinha", "pimentinha", "bufa-de-vei" e "bombão".

O mastro de São João

O mastro de São João, conhecido em Portugal também como o mastro dos Santos Populares, é erguido durante a festa junina para celebrar os três santos ligados a essa festa. No Brasil, no topo de cada mastro são amarradas, em geral, três bandeirinhas simbolizando os santos. Tendo, hoje em dia, uma significação cristã bastante enraizada e sendo, entre os costumes de São João, um dos mais marcadamente católico, o levantamento do mastro tem sua origem, no entanto, no costume pagão de levantar o "mastro de maio", ou a árvore de maio, costume ainda hoje vivo em algumas partes da Europa.
Além de sua cristianização profunda em Portugal e no Brasil, é interessante notar que o levantamento do mastro de maio em Portugal é também erguido em junho e a celebrar as festas desse mês — o mesmo fenômeno também ocorrendo na Suécia, onde o mastro de maio, "majstången", de origem primaveril, passou a ser erguido durante as festas estivais de junho, Midsommarafton. O fato de suspender milhos e laranjas ao mastro de São João parece ser um vestígio de práticas pagãs similares em torno do mastro de maio. A tradição do Cambeiro é celebrada em Janeiro.
Hoje em dia, um rico simbolismo católico popular está ligado aos procedimentos envolvendo o levantamento do mastro e os seus enfeites.

A Quadrilha

A quadrilha brasileira tem o seu nome originário uma dança de salão francesa para quatro pares, a quadrille, em voga na França entre o início do século XIX e a Primeira Guerra Mundial. A quadrille francesa, por sua parte, já era um desenvolvimento da contredanse, popular nos meios aristocráticos franceses do século XVIII. A contredanse se desenvolveu a partir de uma dança inglesa de origem campesina, surgida provavelmente por volta do século XIII, e que se popularizara em toda a Europa na primeira metade do século XVIII.
 
A quadrille veio para o Brasil seguindo o interesse da classe média e das elites portuguesas e brasileiras do século XIX por tudo que fosse a última moda de Paris (dos discursos republicanos de Gambetta e Jules Ferry, passando pelas poesias de Victor Hugo e Théophile Gautier até a criação de uma academia de letras, dos cabelos cacheados de Sarah Bernhardt até ao uso do cavanhaque).
Ao longo do século XIX, a quadrilha se popularizou no Brasil e se fundiu com danças brasileiras preexistentes e teve subsequentes evoluções (entre elas, o aumento do número de pares e o abandono de passos e ritmos franceses). Ainda que inicialmente adotada pela elite urbana brasileira, esta é uma dança que teve o seu maior florescimento no Brasil rural (daí o vestuário campesino), e se tornou uma dança própria dos festejos juninos, principalmente no Nordeste. A partir de então, a quadrilha, nunca deixando de ser um fenômeno popular e rural, também recebeu a influência do movimento nacionalista e da sistematização dos costumes nacionais pelos estudos folclóricos.
 
O nacionalismo folclórico marcou as ciências sociais no Brasil e na Europa entre os começos do romantismo e a Segunda Guerra Mundial. A quadrilha, como outras danças brasileiras como o pastoril, foi sistematizada e divulgada por associações municipais, igrejas e clubes de bairros, sendo também defendida por professores e praticada por alunos em colégios e escolas, na zona rural ou urbana, como sendo uma expressão da cultura cabocla e da república brasileira. Esse folclorismo acadêmico e ufano explica, duma certa maneira, o aspecto matuto rígido e artificial da quadrilha.
No entanto, hoje em dia, essa artificialidade rural é vista pelos foliões como uma atitude lúdica, teatral e festiva, mais do que como a expressão de um ideal folclórico, nacionalista ou acadêmico qualquer. Seja como for, é correto afirmar que a quadrilha deve a sua sobrevivência urbana na segunda metade do século XX e o grande sucesso popular atual aos cuidados meticulosos de associações e clubes juninos da classe média e ao trabalho educativo de conservação e prática feito pelos estabelecimentos do ensino primário e secundário, mais do que à prática campesina real, ainda que vivaz, porém quase sempre desprezada pela cultura citadina.
Desde do século XIX e em contato com diferentes danças do país mais antigas, a quadrilha sofreu influências regionais, daí surgindo muitas variantes:
  • "Quadrilha Caipira" (São Paulo)
  • "Saruê", corruptela do termo francês "soirée", "noite"2 (Brasil Central)
  • "Baile Sifilítico" (Bahia)
  • "Mana-Chica" (Rio de Janeiro)
  • "Quadrilha" (Sergipe)
  • "Quadrilha Matuta"

 

Simpatias, sortes e adivinhas para Santo Antônio

O relacionamento entre os devotos e os santos juninos, principalmente Santo Antônio e São João, é quase familiar: cheio de intimidades, chega a ser, por vezes, irreverente, debochado e quase obsceno. Esse caráter fica bastante evidente quando se entra em contato com as simpatias, sortes, adivinhas e acalantos feitos a esses santos:
Confessei-me a Santo Antônio,
confessei que estava amando.
Ele deu-me por penitência
que fosse continuando.
Os objetos utilizados nas simpatias e adivinhações devem ser virgens, ou seja, estar sendo usados pela primeira vez, senão... nada de a simpatia funcionar! A seguir, algumas simpatias feitas para Santo Antônio:
Moças solteiras, desejosas de se casar, em várias regiões do Brasil, colocam um figurino do santo de cabeça para baixo atrás da porta ou dentro do poço ou enterram-no até o pescoço. Fazem o pedido e, enquanto não são atendidas, lá fica a imagem de cabeça para baixo. Para arrumar namorado ou marido, basta amarrar uma fita vermelha e outra branca no braço da imagem de Santo Antônio, fazendo a ele o pedido. Rezar um pai-nosso e uma salve-rainha. Pendurar a imagem de cabeça para baixo sob a cama. Ela só deve ser desvirada quando a pessoa alcançar o pedido.
No dia 13, é comum ir à igreja para receber o "pãozinho de Santo Antônio", que é dado gratuitamente pelos frades. Em troca, os fiéis costumam deixar ofertas. O pão, que é bento, deve ser deixado junto aos demais mantimentos para que estes não faltem jamais.
Em Lisboa, é tradicional uma cerimónia de casamento múltiplo do dia de Santo António, em que chegam a casar-se de 200 a 300 casais ao mesmo tempo. Esta "tradição" começou nos anos do salazarismo, e desapareceu com a Revolução de 1974. Voltou a reaparecer há uns anos, promovida por uma cadeia de televisão.
 
 

fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Festa_junina

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Amuletos, imagens e afins.....

Foto tirada por Sheyla Nizia em Egito

Versiculo que gostei muito, se encontra em Isaias 3.25,26 - Teus homens cairão a espada e teus poderosos a peleja. E as suas portas gemerão e prantearão; e ela, desolada, se assentará no chão.
O Egito esta assim, conforme diz Isaias.

Tem gente que diz que Deus é mau porque permite o sofrimento, mas eu digo categoricamente que não é assim. Ele em sua infinita bondade nos dá todas as chances de vivermos uma vida decente, mas tem gente que prefere viver fazendo tudo errado, ah mas voce pode me dizer, existe certo e errado? Claro! Se não existisse um aparelho de 110V não se queimaria ao ser plugado em uma tomada de 220V. Dãã!!!


Retirado do site: http://www.jesusvoltara.com.br/info/amuletos.htm

O que diz a Bíblia sobre as pessoas que usam amuletos? A Bíblia diz em Isaías 2:6 “Mas tu rejeitaste o teu povo, a casa de Jacó; porque estão cheios de adivinhadores do Oriente, e de agoureiros, como os filisteus, e fazem alianças com os filhos dos estrangeiros.” Isaías 3:18-20 “Naquele dia lhes trará o Senhor o ornamento dos pés, e os pendentes, e os braceletes, e os véus; os diademas, as cadeias dos artelhos, os cintos, as caixinhas de perfumes e os amuletos.” 
Os amuletos eram muito comuns nas culturas antigas dos tempos da Bíblia, especialmente entre os pagãos. Amuletos são sortilégios mágicos que as pessoas usam para se protegerem de energias negativas, de maus olhados, de danos, e também para dar-lhes boa sorte. Os amuletos, em geral, são em forma de cristais, cruzes célticas, ou outras jóias místicas usadas num colar ou numa pulseira, ou pendurados numa corrente no espelho retrovisor do carro. Certas pessoas creêm que os amuletos têm poderes místicos, que supostamente proveêm protecção pessoal e trazem sucesso e properidade. Frequentemente os sortilégios são considerados transmitores de energias curadoras e de vibraçôes positivas, supostamente fomentando paz e tranquilidade. 
Durante os tempos de apostasia e idolatria, os Israelitas copiaram as superstiçôes dos pagãos, incluindo o uso de sortilégios mágicos. Deus pronunciou uma admoestação severa contra os profetas falsos de Israel que usavam os amuletos. A Bíblia diz em Ezequiel 13:18,20-21 “Assim diz o Senhor Deus: Ai das que cosem pulseiras mágicas para todos os braços, e que fazem véus para as cabeças de pessoas de toda estatura para caçarem as almas! Porventura caçareis as almas do meu povo? e conservareis em vida almas para vosso proveito? Portanto assim diz o Senhor Deus: Eis aqui eu sou contra as vossas pulseiras mágicas com que vós ali caçais as almas como aves, e as arrancarei de vossos braços; e soltarei as almas, sim as almas que vós caçais como aves. Também rasgarei os vossos véus, e livrarei o meu povo das vossas mãos, e eles não estarão mais em vossas mãos para serem caçados; e sabereis que eu sou e Senhor.” 
Os pagãos também possuiam grandes talismãs que se chamavam ‘terafins”, também conhecidos como ‘ídolos caseiros’. Estas estátuas de miniatura existiam nas casas ou eram transportadas com os donos quando eles iam de viagem. Deus era contra essas estátuas. A Bíblia diz em 2 Reis 23:24 “Além disso, os adivinhos, os feiticeiros, os terafins, os ídolos e todas abominações que se viam na terra de Judá e em Jerusalém, Josias os extirpou, para confirmar as palavras da lei, que estavam escritas no livro que o sacerdote Hilquias achara na casa do Senhor.” 
Sempre que os ídolos ou outros sortilégios mágicos são mencionados na Bíblia, a atitude de Deus é de castigar aqueles que os usam. A Bíblia diz em Salmos 31:6 “Odeias aqueles que atentam para ídolos vãos; eu, porém, confio no Senhor.”